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Digital Talk - Capítulo Ibérico da ICCA

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30 Abr'21






Digital Talk - Capítulo Ibérico da ICCA

A primeira digital talk do Capítulo Ibérico da ICCA realizou-se no dia 19 de abril, tendo como tema central o regresso dos grandes congressos.
O debate contou com as intervenções de Carolina Garcia Sierra (Centre de Convencions Internacional de Barcelona), Andre Vietor (BCO Congresos), Vasco Noronha (Factor Chave), Joaquim Pires (Turismo de Portugal), Begoña Ruiz (Kuoni Congress), David Noack (CVB Madrid), Rui Vieira (Turismo da Madeira), Manuel Macias (CVB Sevilha), José Carlos Coutinho (Altice Forum Braga).

De entre as conclusões e opiniões partilhadas, destacam-se as seguintes:

O futuro da indústria de eventos:

* A curto e médio prazo as confirmações de eventos ainda estão muito dependentes das restrições. A grande maioria das associações médicas europeias vai optar por manter eventos virtuais em 2021. Para 2022, ainda não há certezas, mas as pessoas acusam um cansaço do ecrã;

* O digital vai ser um add-on aos eventos, pois os clientes corporativos estão dispostos a recomeçar com o presencial;

* O mercado interno deve ser o primeiro a arrancar, com eventos mais pequenos, especializados e com menor duração, o que permitirá aumentar a confiança dos fornecedores;

* Os grandes congressos, a longo prazo, deverão manter o mesmo n.º de pessoas, e até mais.

Eventos digitais:

* O número de inscritos nos congressos aumentou, mas a assistência “real” diminuiu, dada a multiplicidade de distrações;

* Os eventos digitais pagos são de difícil aceitação para os delegados;

* Os diferentes fusos horários dos locais onde se encontram os participantes são de difícil conjugação;

* Os formatos digitais chegam a um maior número de pessoas, mas existem dificuldades no networking, em especial para os patrocinadores;

* Para a partilha de conhecimentos, formação ou discussões mais urgentes, o virtual irá manter-se, pois é mais fácil de implementar;

* Poderão ser criados eventos digitais para a preparação ou antecipação dos congressos presenciais (warm-up)– e também, no pós-congresso, como forma de expansão do mesmo.

Eventos híbridos:

* Os eventos irão tornar-se híbridos, com participantes presenciais, que viajam até ao local do congresso, e os que se lhes juntam online;

* A vertente híbrida torna os congressos mais complexos para quem os organiza, pelo que os PCO terão que apostar na aquisição de conhecimentos tecnológicos;

* Os eventos multi-hub podem ser uma resposta à situação atual, mas não são muito económicos para o organizador.

Eventos presenciais:

* O formato presencial continua a ser muito relevante, em especial para ativar outros segmentos de turismo;

* Os profissionais de congressos já estão preparados e habituados a seguir todas as guidelines de segurança, pelo que é possível realizar eventos presenciais que não gerem infeções;

* Os venues terão que garantir que os seus espaços têm grande capacidade de comunicação, e que esta aconteça de forma segura;

* Importantes focos a considerar no futuro: Sustentabilidade; Segurança; Planos de Contingência; Preparação para o inesperado; Reação às crises; Criação de legado; Impacto positivo nos destinos.

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